Análise

A World That I Rule é bom? Vale a pena ler o webtoon? | Crítica

O hentai mais esquisito e deplorável que você lerá, conheça A World That I Rule
28 minutos para leitura

Bom, para começo de conversa, adianto que essa análise vai se ater ao enredo da história, então se você está esperando uma análise gráfica de “A World That I Rule”, ou seja, de um hentai, pode ir tirando seu cavalinho da chuva (hehehe).

A World That I Rule é uma obra tão sinistra que não se encontra informação sobre ela – nem mesmo no Wikipédia.

Os autores e ilustradores usam pseudônimos, o que eleva a dificuldade para comparação com outras obras dos mesmos.

A obra foi lançada em 2015, e é um manhwa da categoria hentai/fantasia, direcionada para o público adulto. A história, por sua vez, é bastante sombria e contém muita violência e gore em seus 40 capítulos. Ainda, esse título conta com um último capítulo (41), mas na verdade que se trata de um epílogo.

Capa A world that i rule

Essa é definitivamente o tipo de história que eu fico entre o recomendável e o não recomendável.

O motivo é porque a história em si tem potencial, o pano de fundo que faz uma crítica social é muito boa e poderia ter sido melhor desenvolvida ao longo do manhwa, mas o autor inseriu páginas e mais páginas de hentai sem peso narrativo nenhum, ou seja, com pouco desenvolvimento dos personagens secundário, o que acabou estendendo demais a obra.

À fim de exemplo, apenas um outro personagem além do protagonista tem nome na história, o que, na minha opinião, diminuiu e muito a qualidade do material (pela falta de desenvolvimento dos outros membros do elenco, no caso).

A World That I Rule conta a história de Lee Chi-Do, um típico babaquinha de escola americana que pratica bullying com os mais fracos e procura sempre tirar vantagem com o mínimo de esforço possível.

Porém o mundo dá voltas, e Lee Chi-Do vira um entregador de pizzas fracassado que é sugado para um redemoinho estranho em um rio (nada contra entregadores de pizza que estejam lendo isso), e, de alguma forma, vai parar em uma ilha em um outro mundo com elfas nativas que usam roupas feitas de folhas e que aparentemente possuem a inteligência de um cachorro – e fazem sexo como coelhos.

Elfa na ilha de a world that i rule

A premissa de A World That I Rule

Uma música que na minha opinião define muito bem o homem de modo geral é Symphony of Destruction, da Banda Megadeth, com o trecho:

‘’You take a mortal man, and put him in control, watch him become a god, watch peoples head’s a’roll’’.

Essa música ilustra o cenário em que a história de A World That I Rule vai se passar: um jovem corrompido pelo ‘’homem’’, com ideias e ambições deturpadas, vai parar em uma ilha paradisíaca, na qual não existe motivos para haver violência.

O protagonista tinha tudo para criar uma nação utópica e usar seus conhecimentos para o bem, mas, ao invés disso, ele usa o que sabe para governar os nativos de forma cruel e impor um regime maluco, egoísta e ganancioso. E claro, fazer sexo.

Lee Chi-Do olhando para a fruta de a world that i rule

O manhwa não é grande, o que muitas vezes dificulta desenvolver certos elementos, mas a forma como o caos é instaurado na ilha é gradativo e bem construído. Contudo, e chega um momento em que apenas ficamos nos questionamos ‘’como isso foi acabar assim?’’

A história parece que foi montada para você odiar o protagonista, porque mesmo em um certo ponto havendo uma redenção do mesmo, o autor nos dá um soco no estômago e nos mostra que no fundo ele ainda é o mesmo; que seu ‘’sonho’’ estava apenas adormecido.

Alguns podem ler essa história e pensar que essa premissa é exagerada e que dificilmente alguém no lugar dele faria algo assim.

Porém, a história da humanidade nos mostra o contrário, pois, na vida real, sempre que temos alguém com poder, este subjuga aqueles que não o têm.

Como exemplo podemos pegar a nossa própria história do Brasil, quando os portugueses chegaram e submeteram os índios a suas vontades.

Portuguêses chegando ao brasil

Hentai ou terror?

A história vai se desenvolvendo com o protagonista usando de meios obscuros para conseguir controlar tudo e todos a sua maneira.

Chega um ponto, em que não existe mais escrúpulos, esse ponto acontece após Lee Chi-Do começar a cometer assassinatos e observar que não havia consequências para seus atos.

Mas o que ele não esperava era que um elfo o estava observando e aprendendo tudo o que ‘’não devia’’ com ele.

Lee Chi-Do governando

Esse Elfo na verdade é um de seus guarda-costas, e o mesmo começa a agir da mesma maneira que ele, o que é pior, já que eles são compatriotas.

Nesse ponto entra de novo aquele trecho da música do Megadeth que citei no começo deste artigo. É só dar poder a um homem que veremos quem ele é de verdade.

O elfo descobre que ele é mais forte que o protagonista e que, por isso, não precisa obedecer às ordens dele, o que faz com que ele exile o Lee Chi-Do . O elfo guarda costas passa a governar a ilha, mas de forma muito mais cruel e gananciosa do que nosso pífio protagonista vinha fazendo.

Esse ponto da história de certa forma me lembra Devil Man CryBaby, com aquele final chocante onde as pessoas segurando cabeças empaladas para os céus e as sacudindo em sinal de ‘’vitória’’.

Em A World that I Rule a sensação é semelhante, já que o Elfo que passou a governar a ilha faz algo parecido com aqueles que se opõe a ele.

Cabeças empaladas

Talvez o manhwa pudesse ter acabar nesse ponto, para dar um ar de final dramático. Mas, sabe aquela história de que “todos merecem uma segunda chance“?

Pois bem, nosso protagonista é agraciado com ela, infelizmente.

A redenção

Redenção é o ato ou efeito de se redimirse de algo. Significa libertação, reabilitação, reparo, salvação etc.

Como disse no começo, o desenvolvimento de A World That I rule é raso. A redenção acontece, mas não de forma palpável, afinal, não tivemos a oportunidade de visualizar a ação da definição da palavra na prática.

Depois de acabar com uma ilha paradisíaca, o protagonista se vê obrigado a sair daquela ilha e procurar outra.

Não muito tempo depois, ele encontra uma ilha exatamente igual a anterior e tudo aquilo que ele fez de mal para com aquele povo da primeira ilha passa por sua cabeça, levando-o a fazer o que é “certo” dessa vez: usar seu conhecimento para o bem.

Se esse ponto da redenção tivesse sido desenvolvido de forma mais aprofundada nós poderíamos tratar o protagonista como um possível ‘’anti-herói’’.

Entretanto, no final, o sentimento que temos por Lee Chi-Do é de que ele é apenas um babaquinha.

O protagonista em análise aqui é diferente de personagens como Kira, Griffith e Lelouch, que são maus mas dão margens para interpretações de que suas ações podem estar certas vistas de outro prisma.

Aqui, é apenas possível ver Lee Chi-Do de um ponto de vista unidimensional, no qual ele está errado independente da forma que você olhe.

Talvez esse fosse o intuito do autor, mas se ele tivesse dado mais camadas ao personagem o leitor poderia ter tentado compreender seu lado. O mínimo, seria ter tornado esse personagem mais carismático, na minha opinião.

Chi-Do, Griffith, Lelouch, Kira

A World That I Tule é o típico caso de história que tem um potencial, mas que, infelizmente, não foi desenvolvida de forma adequada.

O hentai no manhwa é praticamente descartável e com pouquíssima relevância narrativa, e a construção dos personagens, inclusive do protagonista, poderia ter sido melhor elaborada.

Finalizando…

Não sei se recomendaria essa obra para alguém, mas definitivamente ela me deixou e vai me deixar pensativo mais alguns dias.

Esse título deixa um gosto amargo na boca pelos erros narrativos e condutivos que apontei e com o excessivo uso do hentai. Além disso, o final apressado e a pouca profundidade dos personagens acaba nos entregando uma história que poderia ser boa ou aceitável, mas não foi nenhum dos dois.

Para aqueles que querem saber um pouco mais sobre esse deplorável e esquisito manhwa, mas não está afim de ler todos os 40 capítulos, abaixo segue um resumão da obra que tive o desprazer de fazer para vocês.

Conhecendo o problema

O primeiro capítulo começa com nosso protagonista abrindo seus olhos e dando de cara com uma elfa semi nua.

Logo depois somos levados a um flashback, no qual começa mostrando a vida do protagonista em sua fase escolar e fazendo uma analogia a uma selva.

Em um reino animal, existe uma regra chamada sobrevivência do mais apto. E isso também se aplica ao mundo humano. Até mesmo em uma turma de escola… E com essa sobrevivência do mais apto, cadeias alimentares existem… Quando você continua a subir na cadeia alimentar, você vai encontrar o maior dos predadores por perto. O maior dos predadores tem vários privilégios especiais. Sendo para matar… ou para poupar… Na selva chamada escola, eu me esforcei para ser o maior dos predadores.

Lee Chi-Do com seus amigos na escola

Essa citação define bem quem é o protagonista de A World That I Rule.

Lee Chi-Do, o tal protagonista, é o típico babaquinha de escola americana, como já mencionei no começo da análise.

Após essa breve introdução de analogia de selva, acontece um timeskip mostrando que o Lee Chi-Do não se deu muito bem na vida se tornando um entregador de pizzas.

Contudo, em uma de suas entregas, a casa em que ele vai parar e nada mais nada menos do que uma de suas ”presas” na época de escola, e diferentemente dele, o nerd se deu bem e estava curtindo uma orgia com varias mulheres.

Pulando alguns detalhes, Lee Chi-Do sai puto da entrega. Dirige a milhão durante uma chuva, o que faz com que ele caia da moto no meio de uma ponte.

Não suficiente, ele se depara com um redemoinho no rio e a ponte cai. Ele é sugado pelo redemoinho e acorda numa ilha.

A tal ilha

Esse pedaço de terra misterioso que flutua no mar é povoado por uma tribo que lembra muito elfos, porém eles não aparentam ser inteligentes, que deveria ser um traço quase inerente a essa raça.

Apesar de serem praticamente um povo primitivo, eles são um povo feliz e amigável, sem o véu social que existe na nossa sociedade.

A ilha vive em perfeita paz, a poligamia é ato entre ambos os sexos permitido e praticado por todos. Em A World That I Rule existe uma fruta, que apenas uma única unidade dela é o suficiente para te fazer sentir saciado. Ou seja, o lugar é perfeito.

Elfos da ilha a world that i rule felizes

Mas não meus amigos, para o Macho Alfa Lee Chi-Do, tudo aquilo estava errado.

Como tornar um paraíso em um inferno

Lee Chi-Do quer todos os bônus mas não está disposto a arcar com os ”ônus”.

O personagem entra na onda dos nativos e faz sexo com uma das elfas. Isso se repete mais algumas vezes, mas, como eu disse, o povo é poligâmico, e em dado momento a elfa que ele estava trepando some de sua vista, e ao procura-lá, Lee Chi-Do se depara com a ela fazendo sexo com outro.

Talvez é nesse ponto em que a obra muda definitivamente seu tom.

A cena a seguir é dele descendo a porrada no elfo e na elfa e os coitados nem estavam sequer entendendo o que estava acontecendo.

Os outros elfos presenciam aquela cena horrorizados. Lee Chi-Do se sente envergonhado e corre para a floresta, agarrando o primeiro pedaço de pau que vê pela frente.

Ele se sente injustiçado (tadinho), e começa a tentar se justificar para si mesmo de que suas ações para com aqueles dois elfos não foram errôneas.

Quando ele se dá por si, ele observa a sombra de um elfo se aproximando e faz uma estocada com o graveto na direção do mesmo.

Primeiro assassinato de Chi-Do

O elfo só queria entregar uma fruta para Lee Chi-Do como sinal de paz e recebeu uma punhalada. Depois disso, é só ladeira abaixo…

Após cometer esse crime, o entregador de pizzas (me recuso usar o termo protagonista a partir de agora), resolve esconder o corpo do elfo, (no melhor estilo Metal Gear), arrastando seu corpo para trás de uma moitinha.

Não demorou muito para outro elfo descobrir onde estava o corpo e então, mais um para conta. Em menos de um dia paradisíaca, Lee Chi-Do já havia matado dois elfos que só queriam fazer sexo e comer.

O fundo do poço

Após os assassinatos, Lee Chi-Do percebe que saiu impune e começa a se achar o Macho Alfa daquela tribo, acreditando que por meio da força vai ser fácil subjugá-los.

O entregador de pizza começa a pensar em maneiras de fazer isso, e é quando ele encontra sua moto destroçada na beira da praia, porém ainda com algumas coisas úteis que vieram do outro mundo.

Cigarros, isqueiro e um canivete suíço.

Não mencionei antes, mas na ilha não existe nenhuma outra forma de vida, nem mesmo peixes no mar. Mas há um único ser fofinho e amigável que vive em harmonia com os elfos que é conhecido como Pyu.

Pyu fofinho

Se vocês acham que não pode ficar pior do que já estava, o autor de A World That I Rule está aí para te mostrar o contrário…

Lee Chi-Do “não perdoa” os Pyus, acho que vocês podem imaginar o que vai acontecer com esses bichinhos, considerando o nosso protagonista até aqui.

Pyu esfaqueado

Lee Chi-Do, usa o canivete que acabara de encontra para matar uns dos Pyus. Ao prepar sua carne, ele descobre que o sabor é extremamente gostoso. Alguns elfos sentem o cheiro dessa comida e vão investigar o que está acontecendo.

Pouco tempo depois, o entregador de pizzas descobre que os elfos querem mais carnes, e então ele começa a criar um sistema de troca de favor.

Ele manda alguns elfos fazerem algo, e se eles fizerem direito eles recebe um pedaço de carne como recompensa.

O rei do caos

Lee Chi-Do começa a se deleitar com o fato de estar semeando a discórdia e ao mesmo tempo tirando a liberdade daquele povo, e não demora muito para ele se intitular o governante da ilha (dai o nome ”A World That I Rule”, ”Um mundo em que governo”).

Os ânimos começam a ficar a flor da pele, os elfos começam a brigar entre sí e a ficarem agressivos, por diversos motivos sendo eles, carne, mulheres, ou algo que Lee Chi-Do usou para causar confusão.

Não demora muito até o momento em que um elfo tenta furtar um pedaço de carne do ”rei” e é pegado em flagrante. Lee Chi-Do resolve usar aquele elfo como exemplo e o amarra em uma árvore e o tortura fisica e psicologicamente.

Uma das elfas preferidas de Lee Chi-Do, ao ver aquela situação terrível, resolve levar uma de fruta para seu compatriota.

Lee Chi-Do sentindo raiva

Já tava ruim, aí parece que piorou

Ao ver essa cena, Lee Chi-Do se sente traído por sua amada e resolve puni-la também, mas antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, o elfo que estava preso se mostra um ser com sobre força e se liberta de suas cordas e dá um surra em Lee Chi-Do.

Não era de se esperar menos, o entregador de pizza se mostra uma verdadeira ”menininha” e começa e pedir copiosamente desculpas implorando por sua vida, mas no momento do golpe final que seria desferido em nosso protagonista de merda, a elfa que ele mais gostava entrou na frente o salvando do golpe fatal e sendo morta em seu lugar.

Rola uma reviravolta, e o elfo que deu a surra é pego por outro elfo, e agora talvez seja a cena mais cruel da obra.

Com o elfo amarrado de novo, o reizinho fulo da vida resolve cortar os tendões do capturado para evitar que ele tente algo de novo. Sem pensar muito sobre como ele iria torturar o elfo, ele resolve fazer algo terrível:

Queima-lo vivo na frente de todo o povo para que ele sirva de exemplo.

A punição de Lee Chi-Do

A mascara que caiu (ou, que talvez nunca existira)

Depois desse ponto, Lee Chi-Do não tenta mais manter as aparências (se é que ele estava fazendo isso) e começa resolver tudo na base da violência e opressão.

O medo toma conta da ilha. O terror psicológico que ele começa a criar nos habitantes é revoltante, com joguinhos cada vez mais violentos. Por exemplo, as árvores que eram de todos, mas passaram a ser ”propriedade” dele, e ele as dava apenas para ”merecedores”.

O elfo que o salvou por duas vezes se torna seu guarda-costas. Lee Chi-Do começa ceder para ele ”posses” (mulheres e comidas), e claro, mais poder.

Não demorou muito para que o caos tivesse implantado na ilha.

A reviravolta (ou não)

Lee Chi-Do não percebeu, mas seu guarda costa o observava com olhos de um falcão, e tudo que ele fazia, o elfo ”aprendia” e tentava imitar.

A história anda mais alguns capítulos e em certo ponto ocorre um incêndio acidental na floresta. Muitos elfos morrem, muitos alimentos são perdidos. Mais caos, mais brigas, mais revolta.

Mas mesmo com toda essa desgraça tomando conta da leitura, algo ”bom” acontece.

O elfo guarda-costa do Lee Chi-Do resolve ”depor” o rei e se tornar o novo Macho Alvo do bando. E como Lee Chi-Do disse, no começo da história: ”O maior dos predadores tem privilégios especiais”.

Lee Chi-Do é espancado, perde tudo e é de certa forma ”exilado”.

Isso tudo seria bom, porque desde o segundo capítulo desse manhwa, estamos torcendo para o protagonista se ferrar (eu estava pelo menos). Contudo, o ”porém” é que o elfo guarda-costas é a PORRA DE UM PSICOPATA. Ele é muito pior que o Lee Chi-Do.

Elfo guarda costas

O cume da deploração

Tudo só se tornou pior com elfo-guarda costa se tornando o novo rei da ilha.

Chega um ponto em que a situação está tão feia que os elfos estão cometendo canibalismo.

Elfo comendo as tripas de outro elfo

E cada vez a história de A World That I Rule fica mais sinistra

O elfo-guarda costas recorre a uma tática de guerra medieval muito utilizada antigamente para afastar seus inimigos e implantar medo em seus corações:

Cabeças de elfos empalados

Passa mais um tempo na história, e o protagonista consegue se aproximar do guarda-costas e fazer um trato com ele.

Os dois constroem uma jangada com o intuito de ir a uma outra ilha próxima, porém no meio do caminho a essa ilha Lee Chi-Do trai o guarda costas e o mata.

O entregador de pizza consegue chegar a outra ilha e, para sua surpresa, a ilha é idêntica a anterior. O mesmo paraíso que outrora fora a primeira ilha. Essa era sua segunda chance (nem um pouco merecida) de fazer tudo certo, e dessa vez ele faz…

Fim! Ou…

Claro que não é o fim em A World That I Rule…

Acontece um timeskip e agora Lee Chi-Do se encontra velho e arrependido, até que ele resolve pegar sua jangada e voltar a ilha que ele havia semeado o caos.

Chegando ao local, ele encontra a ilha vazia e aparentemente inabitada. Porém, do nada surge um Pyu gigantesco furioso e o mutila, cortando suas pernas e o devorando seus membros.

Lee Chi-Do sendo comido vivo

Mas antes que o Pyu pudesse finalizar o que ele havia começado, um elfo surge e impede o ato!

Esse elfo é ninguém mais ninguém menos que o filho de Lee Chi-Do, só que não liga para o sofrimento do pai e o deixa para trás para morrer (hehehe)

Lee Chi-Do fica largado no chão para morrer durante muito tempo, mas a morte nunca chega para ele.

O tempo parece relativo, não se sabe ao certo quanto tempo passa, mas não demora muito e surge um broto em sua barriga e esse broto começa a se transformar em uma árvore, que se funde ao corpo de Lee Chi-Do e ascende aos céus.

Lee Chi-Do transformado em arvore

Invasão Pyu!

Essa árvore cria um elo entre a ilha dos elfos e o mundo dos humanos. Liderado pelo filho de Lee Chi-Do os Pyus mutantes escalam o protagonista.

Pyus escalando o Lee Chi-Do arvore

Não demora muito até os Pyus chegarem a terra e começarem a destruir tudo em seu caminho.

Pyus chegando a terra

O apocalipse Pyu começa. Os humanos não são páreos para eles. Os Pyus mutantes praticamente invencíveis e nada consegue detê-los.

Pyu mutante causando o caos

Liderando os Pyus mutantes, temos o filho de Lee Chi-Do, e este revela seu desejo: governar o mundo dos humanos por meio do caos.

O protagonista que havia se tornado árvore observa tudo aquilo, porém diferente do que podemos pensar, ele sente orgulho do filho e acredita que o seu desejo de governar o mundo foi herdado por ele.

Filho de Lee Chi-Do reinando sobre a terra

E esse é o final de A World That I Rule.

Uma história que começou com uma premissa de hentai paradisíaco, com elfas perfeitas que querem apenas sexo, para um fim do mundo no qual um elfo vai dominar a terra por meio do terror e da morte (e de uns monstros escrotos). A maldade venceu no final!

Agora sim, fim.

Nota
4.5

/10

O que acharam do puta resumão? Fiz questão de escrever porque estava difícil de colocar tudo que eu pensei em palavras, sem você conhecer a obra...

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Escrito por

Pedro Bernardes

Profissional de Educação Física

Cult | Atleta | Leitor compulsivo

Belo Horizonte - MG

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