Análise

Fort of Apocalypse | Primeiras impressões

Fort of Apocalypse é tipo Prison Break, só que com a presença de zumbis
7 minutos para a leitura

Ganhei o mangá Fort of Apocalypse de presente há um tempo. E como eu costumo demorar bastante para começar novos títulos, ficou parado na prateleira pegando poeira. Mas, enfim, resolvi pegá-lo e lê-lo. A experiência não foi das melhores, tendo em vista que o gênero não me chama muito a atenção. E também pelo fato de ser algo meio saturado.

Contudo, de qualquer forma, é uma leitura recomendável. Neste texto, que é uma primeira impressão, vou explanar os fatos deste primeiro volume e também expor minha opinião. A história não funcionou muito bem comigo, mas caso não conheça a obra, quem sabe não funcione com você?!

capa do mangá Fort of Apocalypse
  • Autor: Yuu Kuraishi (História), Kazu Inabe (Arte)
  • Ano de publicação: 3 de setembro de 2011 a 4 de agosto de 2015
  • Capítulos: 49 (completo em 10 volumes)
  • Gêneros: Ação, Terror, Mistério, Ficção científica

Qual a relação entre Fort of Apocalypse e Prison Break?

Talvez essa não seja uma das minhas melhores analogias, mas como o intuito deste texto é transmitir minhas sensações enquanto lia, foi basicamente isso à primeira vista.

Digo isso porque a história é ambientada dentro de uma espécie de prisão para menores infratores. Ali, eles seguem todo um cronograma rígido. Além do mais, também tem aquele famoso tempo de lazer no campo, igual ao apresentado em Prison Break.

A instituição para menores infratores em Fort of Apocalypse

É possível que essa referência funcione muito mais para mim do que para você que está lendo, talvez, pelo fato de eu ter assistido à série e ela ter se tornado uma das minhas favoritas de todos os tempos. Logo, é fácil ela vir à mente como referência.

A história gira em torno de Maeda, um jovem que, diferente de muitos ali, foi parar naquele instituto injustamente. Ou é isso que ele quer que o leitor acredite.

os personagens principais de Fort of Apocalypse

No entanto, a história passa um flashback do protagonista contando o motivo que o levou até ali e, resumindo, dificilmente ele esteja mentindo. E vou além, isto nem deve ser tão importante assim para o plot. Por fim, o mangá nos apresenta a mais três personagens que julgo serem os principais, que levarão adiante toda a trama.

Um ponto legal neste tópico da apresentação dos personagens é o fato de, neste início, não ter nenhum contexto sobre eles, além de uma pequena história sobre o protagonista, porém ser possível perceber um pouco da personalidade de cada um.

Depois de Prison Break, vem aí… comparação com Big Brother Brasil

“Beleza, agora o autor surtou de vez”, é o que você deve estar pensando agora. Talvez. Mas caso você não me conheça direito, eu fui responsável por fazer comparação, em outro texto, com uma música da Marília Mendonça. O histórico não ajuda muito.

Mas o ponto aqui é o momento na história onde o Japão está sendo dominado por zumbis. Praticamente não existem mais pessoas que não foram infectadas. No entanto, dentro da instituição, nada insólito. Por enquanto.

Este paralelo me lembrou um pouco a vida real. Seria a arte imitando a vida? Brincadeiras à parte, é legal analisar por este prisma, uma vez que em um mesmo local, podem existir realidades diferentes.

a invasão dos zumbis na instituição

Mas como tudo que é bom dura pouco, logo a invasão dentro da instituição acontece e a histeria coletiva se instaura. Isso leva nossos quatro protagonistas a se unirem e fugir do complexo para salvar suas vidas.

Todavia, dão de cara com uma cidade completamente tomada. O que chega a ser irônico e até engraçado é o fato de, naquele contexto, a prisão ser mais segura e melhor opção do que a liberdade.

O aspecto gore da narrativa

Enfim, o mangá é legal. Não é incrível, mas acredito que valha o teu tempo. Ademais, uma coisa que eu não entendo é o porquê da insistência de praticamente toda narrativa com zumbis, os personagens parecerem não ter conhecimento da existência desses seres.

Mas também não sei se há o conhecimento, apenas não é usado o termo em si. Até que ponto seria chatice da minha parte ou realmente um ponto?

Finalizando as primeiras impressões do mangá Fort of Apocalypse

O primeiro volume finaliza com um ótimo cliffhanger. Após a construção de todo o caos, o mangá simplesmente coloca uma figura emblemática no topo de uma montanha de pessoas. O diferencial? Esta pessoa não parece estar infectada. Quem poderia ser? Ou o quê? O responsável por tudo ou alguém que sabe o que está acontecendo?

Por fim, fica aqui a recomendação de Fort of Apocalypse. Como supracitado, não é incrível, de tirar o fôlego. Mas é curtinho, leitura rápida. Ideal para passar o tempo. Como tenho muitas coisas na lista de leitura e também muitas coisas atrasadas que preciso colocar em dia, Fort of Apocalypse não é uma prioridade. Então, ele vai ficar em stand-by por um bom tempo.

Se tiver interesse, eu gravei um vídeo sobre este mangá. É possível que eu tenha me expressado de maneira bem mais eloquente e “frustrada” nele. Dá uma conferida aí:

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Escrito por

Welerson Silva

Jornalista e Escritor

Youtuber | Escrita cabeçuda

Brasília - DF

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